No álbum Onda, Rael mergulha em sonoridades vibrantes para convidar o público a dançar, sentir e se conectar. Fugindo do estereótipo do MC combativo, o cantor entrega um trabalho fluido como o mar, que transita entre pagodão baiano, afrobeat, black music, baião, amapiano e rap.
“A onda, embora encontre barreiras, nunca cessa o seu movimento”, reflete o artista.
Com participações de Ivete Sangalo, Luedji Luna, Mano Brown, Ludmilla, Marina Sena e outros nomes de peso, o disco reforça a diversidade musical e a importância da celebração.
“Ser feliz e dançar também é resistência”, afirma Rael, que enxerga o movimento como um ato revolucionário.
Produzido ao lado de Nave, o álbum carrega a essência da cultura popular brasileira e africana, com influências que vão dos bailes black ao forró. Entre faixas como Na Pista Sem Lei, Saudade de Lascar e Até o Sol Raiar, Rael passeia por diferentes emoções, exaltando o amor, o desejo e a liberdade. “Tem dias que a gente cansa e não quer guerrear. Esse disco não é de guerra. É para ouvir e deixar a onda levar”, conclui o artista.
