Giulia Be apresenta “poltergeist”, seu novo single em inglês, que chega às plataformas como parte do projeto trilíngue homônimo.
A faixa parte do conceito de ghosting — quando alguém some de uma relação sem explicações — e o leva a um território mais intenso: o desaparecido continua presente como uma assombração emocional, não por saudade, mas pelo poder que exerceu sobre quem ficou. É o tipo de ausência que ecoa, que gera buscas, perguntas e sinais que nunca vêm.
Escrita pela própria artista, “poltergeist” combina batidas pop, atmosfera sombria e pulsação eletrônica, reforçando o domínio de Giulia em composições em inglês. Produzida por Stuart Crichton — parceiro de “fool for love” e colaborador de nomes como Backstreet Boys, Kesha e Elton John — a faixa dosa ironia e magnetismo ao declarar: “meu amor é como um poltergeist, te mantém acordado à noite”.
Giulia conta que a música nasceu anos atrás, mas só agora encontrou seu momento. “Quando trabalhei pela primeira vez com o Stuart em ‘fool for love’, vi que ele entendia meu jeito de cantar e de sentir. Eu escrevi ‘poltergeist’ há alguns anos, mas não era o melhor momento para lançar. Agora, levamos essa narrativa para um lugar mais intenso e profundo”, afirma.
O videoclipe, dirigido por Olivia Mucida e cocriado por Giulia e Lennyn Salinas, amplia essa força. Sobre lençóis de cetim, cercada por lâminas que orbitam seu corpo, a artista assume uma figura que não disputa atenção — ela atrai. O visual reforça que o verdadeiro poder não está em sumir, mas em permanecer fora do alcance.
“O conceito veio dessa provocação: o que é mais forte do que ghosting? O poltergeist. A pessoa desaparece e segue sua vida, mas continua assombrando. A letra mostra um personagem ‘invocando’ essa presença, perguntando se a viram, onde ela está, como se tentasse chamá-la de volta”, explica.
“poltergeist” dá sequência ao projeto audiovisual “GIULIA BE”, que já apresentou capítulos em inglês, português e espanhol, revelando diferentes nuances da artista — do desejo e entrega ao desapego. A jornada continua com “tonta”, que chega no dia 11 de dezembro e revisita o eixo hispânico da obra.
