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Vergel, de Kris Niklison com Camila Morgado

Após a participação do filme na Seleção Oficial Argentina do 19º BAFICI – Buenos Aires Festival Internacional de Cinema Independente, na Seleção Oficial Brasileira do 45º Festival de Cinema de Gramado, na Première Latina do Festival do Rio 2017, o filme Vergel, de Kris Niklison, agora será exibido no 25º Festival MIX Brasil – Panorama Internacional. Estreia comercial prevista para o primeiro semestre de 2018.

Um luto repentino leva uma mulher à beira da loucura. Trâmites funerários, calor e uma vizinha que vem regar as plantas, se juntam em um périplo emocional no qual é impossível distinguir o real do irreal.

Vergel foi ganhador do concurso ANCINE INCAA 2013 (concurso para coproduções Brasil-Argentina) e filmado no verão de 2016 em Buenos Aires.

A ação se desenvolve em um jardim de um terraço situado no coração de Buenos Aires, desde onde se registra também a ação na rua e nos terraços vizinhos.

Elenco

Camila Morgado (Olga, de Jayme Monjardim)

Maricel Álvarez (Biutiful, de Alejandro González Iñárritu)

 

Participações especiais

Maria Alice Vergueiro, Daniel Fanego, Daniel Aráoz

Com

André Caldas, Claudio Torres, Sang Min Lee

Silvina Bosco, Nelson Rueda, Cacá Vicente

 

 

Ficha técnica

Produtoras: Casadasartes Films (BR), Basata Films (AR)

Escrita, dirigida e produzida por: Kris Niklison (AR)

Produção Executiva: Mi Chan Tchung (BR)

Produção Administrativa: Victor Schneider (AR)

Fotografia e Arte: Kris Niklison (AR)

Som: Martin Grignaschi (AR)

Música Original: Arrigo Barnabé (BR)

Edição: Kris Niklison, Karen Harley (AR-BR)

Figurino: Gabriela Marra (BR)

Maquiagem: Mary Paiva (BR)

Assistente de Direção: Gigi Soares (BR)

 

 

Título original: Vergel

Título internacional: Vergel

Origem: Argentina-Brasil

Duração:86 minutos

Idioma: Espanhol- Português

Formato original: 2K

Screaning format: DCP

Completada em: abril 2017

Som: 5.1

Cor: full color

 

Vergel é uma tentativa de entender a morte. Minha morte, outras mortes, as mortes internas às quais nos levam o desaparecimento físico de um ser querido. E querer entender a morte me levou à complexa tarefa de tentar entender a vida. A vida, que pode ser um simples nascer, respirar, desenvolver-se, procriar, evoluir e morrer; ou o tempo que duram as coisas; ou a busca de autonomia, liberdade e beleza, segundo dizia Aristóteles.

Em todo caso, vida sempre é natureza, de modo que inconscientemente comecei a construir o filme com os componentes mais essenciais da vida/natureza: O mundo vegetal, fonte de oxigênio; o mundo animal, símbolo de instinto; a luz do sol, primeira fonte de energia; a água, essencial para a sobrevivência e o tempo, ao que todo o anterior está submetido.

Ao querer falar de morte me encontrei então falando de vida e ao ter que falar de vida, me descobri falando de natureza. E como falar de natureza sem falar de beleza, se é na primeira que encontramos a referência da segunda?

Vergel se converteu então em uma busca artística, filosófica, física, metafísica, técnica, desesperada, por beleza. Por essa beleza que se esconde na feiura, pela luz que incide na escuridão, pelos espaços que se abrem na reclusão… Pela vida que brota da morte.

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