Cia. Delas de Teatro apresenta ‘Histórias Por Telefone’

Caranguejos cor de laranja que querem andar para frente, sapos saltitantes de luvas verde-limão, um telefone tipo orelhão de rodinhas que desliza pelo palco, um carrossel mágico e telefonistas tagarelas. Para a divertida encenação de Histórias por Telefone, o novo espetáculo da Cia Delas, o grupo de atrizes convidou para assinar a direção Carla Candiotto, da premiada Cia Le Plat du Jour. A peça estreia dia 17 de abril, hoje, e faz duas sessões semanais: às 15 e às 17 horas, no Auditório do SESC Pinheiros.

 

Com direção de arte de Mira Haar, iluminação de Wagner Freire, dramaturgia de Pedro Guilherme, coreografia de Adriana Telg, trilha sonora de Vinícius Calderoni e Tó Brandileone, a peça – de 55 minutos de duração e recomendada para crianças acima de 3 anos  – tem produção da própria Cia Delas, formada por Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Paula Weinfeld e  Thaís Medeiros.

O frescor das jovens atrizes da Cia Delas – que já comemoram 10 anos de carreira – alia-se ao olhar criativo e experiente de Carla Candiotto. Também permeia a peça o non-sense, uma das características da Cia Le Plat du Jour, e gosto e identidade da diretora. Além disso, as próprias histórias de Gianni Rodari já têm um lado anárquico e imagético. 

No palco, seis pequenas histórias bem-humoradas, repletas de fantasia e delicadeza, contadas a partir de telefonemas de um pai a sua filha. Representante comercial, o Senhor Bianchini passa seis dias por semana viajando pelo País para vender medicamentos. Acontece que sua filha só dorme depois de ouvir o pai.

Então, toda noite, onde quer que ele esteja, às 9 em ponto, telefona para lhe contar um caso inventado. Mas não é só ela que aguarda ansiosamente o telefone tocar. Do outro lado da linha, quatro curiosas telefonistas – responsáveis pela transferência da linha – acompanham tudo em segredo, prontas para se ligar em mais uma aventura do pai Bianchini.

São sempre episódios curtos, pois falar ao telefone é caro. E o Senhor Bianchini não falha! Em 55 minutos, o espetáculo propõe ao público uma viagem pelas divertidas, lúdicas, inusitadas e fantásticas narrativas contadas pelo pai. A cada dia mais uma nova história para sua imaginação.

A peça tem texto livremente inspirado em Fábulas por Telefone, de Gianni Rodari (1920-1980), o maior escritor italiano para crianças do século 20. Também professor e jornalista, é autor de uma obra fantástica, extremamente criativa, tradução poética de uma pedagogia moderna e progressista. Rodari ganhou vários prêmios literários importantes, entre eles, em 1970, o Prêmio Andersen, considerado como o Nobel da literatura infantil.

Histórias por Telefone propõe um jogo cênico cheio de desdobramentos. As atrizes se revezam em cena assumindo diferentes papéis em cada história, compondo e construindo cada uma delas como em uma coreografia dinâmica e lúdica.

Sobre a Diretora

Carla Candiotto começou sua carreira na Europa, onde estudou com Philippe Gaulier, Monika Pagneux, Arianne Mnouskine (Théâtre du Soleil), John Wright , Desmond Jones, Frank Armstrong e grupos de Teatro Físico: “Théâtre de Cumplicité” e “The Right size”. De 1993 ‘a 1998 na Inglaterra trabalhou com a cia “Théâtre Sans Frontieres” nos espetáculos:,“Candido” (Voltaire), Prêmio Eletric Award Festival de Edimburgo, na Escócia e participação no Festival de Avignon, na França, “O Corcunda de Notre Dame”, “La Belle et la Bette”, “African Tales”, “Le Roi Fou”, “The Day of the Dead” . Em Paris, atuou com a Cia Fleur de Peau em “ Scarllet” e a Cia Paris 21 em “ Cem anos de solidão” e” A sala numero 6” (Gabriel Garcia Marques). 

Trabalhou durante 7 anos no Programa Doutores da Alegria. Professora do método de consciência corporal “Moshe Feldenkrais”, onde estudou durante 4 anos nos USA. Dá aulas de interpretação teatral na escola Teatro Escola Célia Helena e no centro de formação profissional em Artes Circenses Cefac. Atuou no longa metragem “Bens confiscados”, dir. Carlos Reichenbach. Dirigiu os espetáculos: “Sardanapalo” (primeira versão), “Zerói” (assistente de direção) e “De cá pra lá de la pra cá” (vencedor do Prêmio Coca-cola de Teatro) dos Parlapatões Patifes e Paspalhões, ”Gigantes de Ar” Pia Fraus Teatro: “A La Carte”, cia La Mínima de Teatro (direção de ator), “Deadly” (assistente de direção), “Orgulho”, “João e o Pè de Feijão” e “Road Movie”, cia Circo mínimo, “Galinhas Aéreas” da cia Linhas Aéreas, dirigiu com Rodrigo Matheus “New Breed” e “Love Happens” da NICA – National Institute of circus Arts, na Austrália. “In-Concert” da Cia Circo Amarillo, “Bichos do Mundo” da Cia Pia Fraus.

Em 1991 fundou em Paris a Cia Le Plat Du Jour com Alexandra Golik, e criou o primeiro espetáculo da Cia e tem no seu repertório os espetáculos:: “As Filhas de Lear” direção Gabriel Chamé, “Chapeuzinho Vermelho” direção Fernando Escrich espetáculo premiado pela APCA 2001 “grande prêmio da crítica” , melhor espetáculo infantil; com participação no Festival Teatrália em Madrid na Espanha;. “Os Três Porquinhos” direção Alexandre Roit vencedor do Prêmio APCA 2003 e Panamco Femsa de Teatro, “Insônia” (Alexandra Golik), direção da cia Le Plat du jour e Alexandre Roit., ”Aladim e a Lâmpada maravilhosa” criação Théâtre Sans Frontieres e Le Plat du Jour :turnê pela Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e China .”O Poço” (Alexandra Golik) direção Sandro Borelli (espetáculo contemplado pelo prêmio Myrian Muniz de Teatro), “ João e Maria” (texto e direção Le Plat du Jour) e “Peter Pan e Wendy” (direção Pedro Pires), “Alice no país das Maravilhas” (texto e direção Le Plat du Jour) e “Pinóquio” (texto e direção Le Plat du Jour).

Sobre a Cia Delas

A Cia. Delas de Teatro foi criada em São Paulo, em 2001 ano de sua formatura no Teatro Escola Célia Helena, uma das mais conceituadas escolas de arte dramática da cidade de São Paulo, com mais de 30 anos de experiência na formação de atores, tendo formado diversas gerações de artistas. Trata-se de um grupo profissional de atrizes que desenvolvem trabalho de estudo e pesquisa na área teatral. Desde sua formação, a Cia. tem como preocupação o desenvolvimento de uma linguagem expressiva relevante e criativa tendo como característica marcante a diversidade tanto de seu repertório que transita pelos gêneros do drama e da comédia, como das temáticas, dos públicos (adulto, infanto juvenil e infantil) e de seus diretores que desenvolveram com a Cia. Delas diferentes pesquisas e trabalhos nas mais distintas áreas.

 Principais peças – AQUI QUASE LONGE (de Ana Roxo e concebido em parceria com a dramaturga, a Cia. Delas e Gabriel Carmona, 2009), A INVENÇÃO DE LOREN (Ana Roxo e co-dirigido por ela com Daniela Evelise, 2007), CABINE DO DESTINO (infanto-juvenil concebido com a diretora Mira Haar e o ator Luciano Amara0, 2004 , Prêmio Coca-Cola FEMSA no Teatro – Melhor produção de 2004), BURUNDANGA (de Luis Alberto de Abreu, dirigida por  – comédia popular adulta dirigida por Nelson Baskerville, 2003, Indicado ao Prêmio PANAMCO de 2003), QUASE DE VERDADE (inspirado na obra infantil de Clarice Lispector , dirigido e concebido em parceria Ulisses Cohn, 2001, Prêmio APCA 2001 – Melhor adaptação de Texto Literário; Prêmio PANAMCO 2001 – Revelação para Cia. Delas); A DESCOBERTA DO MUNDO (inspirado na obra adulta de Clarice Lispector, dirigido por Marco Antônio Rodrigues, 2001), AS MENINAS DE NELSON (dirigido por Nelson Baskerville, 2000).

 

Histórias por Telefone
Estreia dia 17 de abril, domingo, às 15 horas.
Temporada – domingo, duas sessões – 15 e 17 horas.
Duração – 55 minutos.–
Dia 17 de abril – grátis como parte de programação da Virada Cultural.
A partir de 24 de abril – R$ 8,00 (inteira), R$ 4,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante), R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Espetáculo recomendado para crianças acima de três anos.

 Auditório do SESC PINHEIROS – Rua Paes Leme, 195.
Telefone (11) 3095-9400.
Capacidade – 101 lugares.
Ar condicionado.
Acesso para deficientes físicos.
Bilheteria – Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.  www.sescsp.org.br

Caranguejos cor de laranja que querem andar para frente, sapos saltitantes de luvas verde-limão, um telefone tipo orelhão de rodinhas que desliza pelo palco, um carrossel mágico e telefonistas tagarelas. Para a divertida encenação de Histórias por Telefone, o novo espetáculo da Cia Delas, o grupo de atrizes convidou para assinar a direção Carla Candiotto, da premiada Cia Le Plat du Jour. A peça estreia dia 17 de abril, hoje, e faz duas sessões semanais: às 15 e às 17 horas, no Auditório do SESC Pinheiros.

 

Com direção de arte de Mira Haar, iluminação de Wagner Freire, dramaturgia de Pedro Guilherme, coreografia de Adriana Telg, trilha sonora de Vinícius Calderoni e Tó Brandileone, a peça – de 55 minutos de duração e recomendada para crianças acima de 3 anos  – tem produção da própria Cia Delas, formada por Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Paula Weinfeld e  Thaís Medeiros.

O frescor das jovens atrizes da Cia Delas – que já comemoram 10 anos de carreira – alia-se ao olhar criativo e experiente de Carla Candiotto. Também permeia a peça o non-sense, uma das características da Cia Le Plat du Jour, e gosto e identidade da diretora. Além disso, as próprias histórias de Gianni Rodari já têm um lado anárquico e imagético. 

No palco, seis pequenas histórias bem-humoradas, repletas de fantasia e delicadeza, contadas a partir de telefonemas de um pai a sua filha. Representante comercial, o Senhor Bianchini passa seis dias por semana viajando pelo País para vender medicamentos. Acontece que sua filha só dorme depois de ouvir o pai.

Então, toda noite, onde quer que ele esteja, às 9 em ponto, telefona para lhe contar um caso inventado. Mas não é só ela que aguarda ansiosamente o telefone tocar. Do outro lado da linha, quatro curiosas telefonistas – responsáveis pela transferência da linha – acompanham tudo em segredo, prontas para se ligar em mais uma aventura do pai Bianchini.

São sempre episódios curtos, pois falar ao telefone é caro. E o Senhor Bianchini não falha! Em 55 minutos, o espetáculo propõe ao público uma viagem pelas divertidas, lúdicas, inusitadas e fantásticas narrativas contadas pelo pai. A cada dia mais uma nova história para sua imaginação.

A peça tem texto livremente inspirado em Fábulas por Telefone, de Gianni Rodari (1920-1980), o maior escritor italiano para crianças do século 20. Também professor e jornalista, é autor de uma obra fantástica, extremamente criativa, tradução poética de uma pedagogia moderna e progressista. Rodari ganhou vários prêmios literários importantes, entre eles, em 1970, o Prêmio Andersen, considerado como o Nobel da literatura infantil.

Histórias por Telefone propõe um jogo cênico cheio de desdobramentos. As atrizes se revezam em cena assumindo diferentes papéis em cada história, compondo e construindo cada uma delas como em uma coreografia dinâmica e lúdica.

Sobre a Diretora

Carla Candiotto começou sua carreira na Europa, onde estudou com Philippe Gaulier, Monika Pagneux, Arianne Mnouskine (Théâtre du Soleil), John Wright , Desmond Jones, Frank Armstrong e grupos de Teatro Físico: “Théâtre de Cumplicité” e “The Right size”. De 1993 ‘a 1998 na Inglaterra trabalhou com a cia “Théâtre Sans Frontieres” nos espetáculos:,“Candido” (Voltaire), Prêmio Eletric Award Festival de Edimburgo, na Escócia e participação no Festival de Avignon, na França, “O Corcunda de Notre Dame”, “La Belle et la Bette”, “African Tales”, “Le Roi Fou”, “The Day of the Dead” . Em Paris, atuou com a Cia Fleur de Peau em “ Scarllet” e a Cia Paris 21 em “ Cem anos de solidão” e” A sala numero 6” (Gabriel Garcia Marques). 

Trabalhou durante 7 anos no Programa Doutores da Alegria. Professora do método de consciência corporal “Moshe Feldenkrais”, onde estudou durante 4 anos nos USA. Dá aulas de interpretação teatral na escola Teatro Escola Célia Helena e no centro de formação profissional em Artes Circenses Cefac. Atuou no longa metragem “Bens confiscados”, dir. Carlos Reichenbach. Dirigiu os espetáculos: “Sardanapalo” (primeira versão), “Zerói” (assistente de direção) e “De cá pra lá de la pra cá” (vencedor do Prêmio Coca-cola de Teatro) dos Parlapatões Patifes e Paspalhões, ”Gigantes de Ar” Pia Fraus Teatro: “A La Carte”, cia La Mínima de Teatro (direção de ator), “Deadly” (assistente de direção), “Orgulho”, “João e o Pè de Feijão” e “Road Movie”, cia Circo mínimo, “Galinhas Aéreas” da cia Linhas Aéreas, dirigiu com Rodrigo Matheus “New Breed” e “Love Happens” da NICA – National Institute of circus Arts, na Austrália. “In-Concert” da Cia Circo Amarillo, “Bichos do Mundo” da Cia Pia Fraus.

Em 1991 fundou em Paris a Cia Le Plat Du Jour com Alexandra Golik, e criou o primeiro espetáculo da Cia e tem no seu repertório os espetáculos:: “As Filhas de Lear” direção Gabriel Chamé, “Chapeuzinho Vermelho” direção Fernando Escrich espetáculo premiado pela APCA 2001 “grande prêmio da crítica” , melhor espetáculo infantil; com participação no Festival Teatrália em Madrid na Espanha;. “Os Três Porquinhos” direção Alexandre Roit vencedor do Prêmio APCA 2003 e Panamco Femsa de Teatro, “Insônia” (Alexandra Golik), direção da cia Le Plat du jour e Alexandre Roit., ”Aladim e a Lâmpada maravilhosa” criação Théâtre Sans Frontieres e Le Plat du Jour :turnê pela Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e China .”O Poço” (Alexandra Golik) direção Sandro Borelli (espetáculo contemplado pelo prêmio Myrian Muniz de Teatro), “ João e Maria” (texto e direção Le Plat du Jour) e “Peter Pan e Wendy” (direção Pedro Pires), “Alice no país das Maravilhas” (texto e direção Le Plat du Jour) e “Pinóquio” (texto e direção Le Plat du Jour).

Sobre a Cia Delas

A Cia. Delas de Teatro foi criada em São Paulo, em 2001 ano de sua formatura no Teatro Escola Célia Helena, uma das mais conceituadas escolas de arte dramática da cidade de São Paulo, com mais de 30 anos de experiência na formação de atores, tendo formado diversas gerações de artistas. Trata-se de um grupo profissional de atrizes que desenvolvem trabalho de estudo e pesquisa na área teatral. Desde sua formação, a Cia. tem como preocupação o desenvolvimento de uma linguagem expressiva relevante e criativa tendo como característica marcante a diversidade tanto de seu repertório que transita pelos gêneros do drama e da comédia, como das temáticas, dos públicos (adulto, infanto juvenil e infantil) e de seus diretores que desenvolveram com a Cia. Delas diferentes pesquisas e trabalhos nas mais distintas áreas.

 Principais peças – AQUI QUASE LONGE (de Ana Roxo e concebido em parceria com a dramaturga, a Cia. Delas e Gabriel Carmona, 2009), A INVENÇÃO DE LOREN (Ana Roxo e co-dirigido por ela com Daniela Evelise, 2007), CABINE DO DESTINO (infanto-juvenil concebido com a diretora Mira Haar e o ator Luciano Amara0, 2004 , Prêmio Coca-Cola FEMSA no Teatro – Melhor produção de 2004), BURUNDANGA (de Luis Alberto de Abreu, dirigida por  – comédia popular adulta dirigida por Nelson Baskerville, 2003, Indicado ao Prêmio PANAMCO de 2003), QUASE DE VERDADE (inspirado na obra infantil de Clarice Lispector , dirigido e concebido em parceria Ulisses Cohn, 2001, Prêmio APCA 2001 – Melhor adaptação de Texto Literário; Prêmio PANAMCO 2001 – Revelação para Cia. Delas); A DESCOBERTA DO MUNDO (inspirado na obra adulta de Clarice Lispector, dirigido por Marco Antônio Rodrigues, 2001), AS MENINAS DE NELSON (dirigido por Nelson Baskerville, 2000).

 

Histórias por Telefone
Estreia dia 17 de abril, domingo, às 15 horas.
Temporada – domingo, duas sessões – 15 e 17 horas.
Duração – 55 minutos.–
Dia 17 de abril – grátis como parte de programação da Virada Cultural.
A partir de 24 de abril – R$ 8,00 (inteira), R$ 4,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante), R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes). Espetáculo recomendado para crianças acima de três anos.

 Auditório do SESC PINHEIROS – Rua Paes Leme, 195.
Telefone (11) 3095-9400.
Capacidade – 101 lugares.
Ar condicionado.
Acesso para deficientes físicos.
Bilheteria – Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.  www.sescsp.org.br